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quarta-feira, 23 de junho de 2010

quarta-feira, 9 de junho de 2010

COPA DO MUNDO 2010 NA ÁFRICA DO SUL

Nesta terça-feira, 8/6, o Diário Oficial publicou portaria do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão. O documento estabelece os horários de expediente dos órgãos e entidades da Administração Pública Federal, autárquica e fundacional nos dias de jogos da Seleção Brasileira pela Copa do Mundo.



De acordo com a portaria, nos dias em que os jogos se realizarem às 15h30, o expediente dos órgãos e entidades será encerrado às 14h. Nos dias de jogos disputados às 11h, o expediente será interrompido às 10h30 e reiniciado às 14h30 (horários de Brasília).



O disposto não se aplica nos casos de serviços essenciais de natureza contínua. As horas não trabalhadas deverão ser objeto de compensação na forma do disposto no inciso II do art. 44 da Lei nº 8.112, de 11 de dezembro de 1990.

terça-feira, 8 de junho de 2010

MEU DESENHO: Caricatura


OS DOZE APÓSTOLOS, AUSTRÁLIA

"Os Doze Apóstolos são um grupo de colunas calcárias que surgem ao largo da costa do Parque Nacional Port Campbell, no estado de Victoria, Austrália. Esta atração turística muito popular é acessível pela Great Ocean Road, estrada a beira mar, que permite ao visitante contemplar as águas do Oceano Pacífico. Há 10 milhões de anos, o tempestuoso oceano e as fortes rajadas de vento, típicos daquela região, causaram erosão nas falésias calcárias criando cavernas que se tornaram apenas arcos. Completamente separados do continente, os arcos deixaram colunas rochosas de mais de 45 metros de altura isoladas da margem".


O FUTEBOL FAZ UM PAÍS?

O antropólogo Roberto DaMatta acredita que o futebol é uma lição de liberalismo democrático, porque envolve uma competição regrada em que o melhor vence. E a Copa é a demonstração idealizada de que quem tem mais talento é capaz de vencer. Nessa toada, descobrimos que nosso futebol é diferente do europeu pela improvisação e individualidade. E assim esse esporte se torna, em nossa sociedade, uma fonte de individualização, uma possibilidade de expressão individual, muito mais do que expressão de coletividade.
Somos os melhores, certo? Não importa se essa superioridade pode ser vista apenas entre quatro linhas de um gramado. Há gente que acredita que ser o melhor do mundo num determinado esporte serve como passaporte para a inserção entre os melhores no resto... Por essas e outras, o patriotismo do futebol guarda uma relação de proximidade com o patriotismo da economia. O efeito do Campeonato Mundial de futebol no crescimento real é próximo de zero, mas a conseqüência de seus resultados é enorme como carga emocional, resultando num "estado de otimismo patriótico".
O Futebol... por que só este esporte? Sabemos que ele guarda particularidades que muito explicam nossa formação social. Não fora isso, o fato de vencermos dois mundiais de Basquete deveria ser até hoje motivo de orgulho pátrio... Noutras modalidades esportivas continuamos vencendo – eis aí o vôlei como exemplo -, mas são esportes que não convencem aos brasileiros como fontes de orgulho nacionalista e coletivo.
A relação entre patriotismo e Futebol chega a ser exagerada, para não dizer cômica. Manifestamos de 4 em 4 anos nosso orgulho verde-e-amarelo, desfraldamos bandeiras, entoamos gritos de guerra, agimos como um coletivo sem ranhuras ou dissensões... Já episódios que marcaram historicamente nossa formação de povo e Nação, desses poucos se recordam, ou preferem não lembrar.
Nos próximos dias seremos a “pátria de chuteiras”. A memória da bola tomará, mais uma vez, o lugar da História. Não importa o resultado – vitória ou derrota -, daqui a quatro anos seremos protagonistas das mesmas demonstrações novamente.
Entre um grito de gol e o desespero de uma derrota, vale sempre perguntar: o Futebol nos faz um país?


FONTE: Texto de Alexandre Pelegi - Primeiro Programa

TRANSPORTES NA ÁFRICA





























quarta-feira, 2 de junho de 2010

IDENTIDADE ÚNICA SERÁ EMITIDA A PARTIR DE OUTUBRO

Prevenção: Novo modelo de identidade poderá ajudar a evitar fraudes devido a perdas e roubos
Brasília. O governo começará a emitir em outubro, com um ano e meio de atraso, o novo modelo de identidade, que será único para o país e terá dez dígitos. As primeiras carteiras digitais deveriam ser feitas em janeiro de 2009. Hoje, cada Estado adota uma numeração diferente e sistemas próprios de emissão das carteiras de identidade, sem se comunicarem. Isso leva a fraudes e possibilita que a mesma pessoa faça vários documentos. O Instituto Nacional de Identificação estima que 1,5 milhão de carteiras de identidade estão passíveis de fraude porque foram perdidas, furtadas ou roubadas. A emissão do novo documento começará por meio de projeto piloto em um Estado de cada região. A intenção é trocar todos os documentos - são 150 milhões hoje - em até dez anos. Nesse período, as duas carteiras (antiga e novo modelo) serão aceitas, pois a substituição obrigatória será gradativa e dependerá da capacidade do governo de aparelhar os institutos para que gerem o documento. O modelo da carteira será similar a um cartão bancário com chip, reunirá dados pessoais, CPF e título de eleitor, e a impressão digital adaptada ao Sistema Automático de Identificação de Impressões Digitais (Afis, na sigla em inglês). A ideia é tornar possível a comparação da digital em qualquer estabelecimento do país e ver se o documento está, de fato, na mão de seu proprietário. Para implementar o sistema, será necessária a integração dos 27 institutos de identificação do país e dos mais de 4.000 postos. RIC terá chip e certificado digital A implantação do RIC, a nova carteira de identidade, será gradativa ao longo dos próximos 10 anos – prazo previsto para que todos os brasileiros tenham o novo documento. O cronograma para isso, no entanto, ainda depende do efetivo funcionamento do comitê gestor do RIC e, especialmente, das adequações feitas nos estados. O RIC terá um número de dez dígitos que valerá para todo território nacional, cujo principal objetivo é evitar que alguém possa emitir mais de uma carteira de identidade. Além disso, está previsto que cada nova carteira possua um chip que contenha os dados biométricos e onde esteja embarcado um certificado digital. Nesse ponto, porém, o projeto esbarra na questão do custo. Atualmente, um certificado digital exige um investimento de R$ 100 a R$ 150 – considerando-se o kit com cartão, leitora e o próprio certificado. A expectativa é que com a massificação – pelo menos 150 milhões de carteiras de identidade – o valor caia. “Além da importância estratégica e social de se ter um registro civil nacional confiável, o ITI vê no RIC a possibilidade concreta de se ter uma identidade virtual para todos os cidadãos. Embarcar um certificado digital ICP-Brasil em cada novo cartão RIC significa adotar uma política de massificação visando a pessoa física, facilitando a sua identificação nas transações on-line quando necessárias para dar segurança e agilidade a determinados processos”, diz o presidente do Instituto Nacional de Tecnologia da Informação (ITI), Renato Martini. A legislação sobre o RIC prevê que documentos eletrônicos apresentados aos serviços de registros públicos ou por eles expedidos deverão atender aos requisitos da Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira - ICP e à arquitetura e-PING (Padrões de Interoperabilidade de Governo Eletrônico). Entre os envolvidos na implantação do Registro Único de Identidade Civil, discute-se deixar a certificação digital como opcional, seja pela questão do custo, seja pela avaliação de que nem todos os brasileiros precisem desse certificado. Mas o presidente do ITI acredita que isso acabaria provocando mais um fator de desigualdade no país. “Vou defender com veemência que o certificado digital seja obrigatório para todos. Porque se sair sem essa parte digital, o RIC já vem morto. Será apenas um cartão com um número. Se for opcional, vou criar uma identidade de primeira e de segunda classe. Mas, na verdade, acho que existe um consenso a esse respeito entre os órgãos que vão integrar o comitê gestor do RIC”, sustenta Renato Martini. A expectativa, explica Martini, é de que a escala faça despencar o custo da certificação. “Estamos falando em 150 milhões de documentos, uma escala tremenda que vai jogar o custo para baixo. Nossa estimativa é de que isso caia para o nível de centavos ou, no máximo, para algo como R$ 2”, calcula o presidente do ITI.

terça-feira, 1 de junho de 2010

Castelo de Windsor,Berkshire,Inglaterra

"Com o Castelo de Windsor ao fundo, a foto mostra cervos atravessando a via conhecida por 'Long Walk', que liga o Castelo de Windsor ao monumento em homenagem ao Rei George III, localizado no 'Great Park'. O parque, de propriedade da Coroa e que data de meados do século XIII, é, em sua maior parte, aberto ao público".