Ator e cineasta paulista (1912-1981). Imortaliza no cinema o personagem inspirado em Jeca Tatu e com ele é sucesso de bilheteria por quase trinta anos.Mazzaroppi, um “taubateano de coração” que adotou a cidade com sua história e tradição, assimilando o perfil do interiorano e transportando-o para os palcos e telas de cinema através de suas magníficas interpretações.
Mazzaropi sintetizou gestos, manias e caráter do caipira que se transferiu das áreas rurais para as urbanas nas décadas de 50-60.
Mazzaropi atingiu o fundo arcaico da sociedade brasileira e de cada um de nós. Representou o caipira aparentemente simplório mas esperto e que na verdade, usa o bom senso e a astúcia para sobreviver na selva urbana. 









Um comentário:
André Luiz Mazzaropi ‘O Filho do Jeca’
Um pouco da História de André Luiz
Nascido na cidade de Taubaté, em 21 de junho de 1.957 no Vale do Paraíba, Estado de São Paulo, sob o nome de André Luiz de Toledo, filho de família tradicional da cidade, aos 11 anos de idade conheceu Amácio Mazzaropi, quando este filmava no Convento Santa Clara, em Taubaté–SP o filme No Paraíso das Solteironas, em 1.968, ali nascia uma amizade que duraria por toda a vida, ali nascia “O Filho do Jeca”.
Entre 1.968 e 1.974 foram muitas idas e vindas, mas em 1.975, Mazzaropi adoecido encontra no amigo, alguem pra lhe cuidar, dois anos a beira de sua cama, que valeu uma vida, recuperado Mazzaropi o leva para o Cinema para interpretar justamente seu filho, o ‘Filho do Jeca’, em Jecão... Um Fofoqueiro no Céu, depois Jéca e Seu Filho Preto, A Banda das Velhas Virgens e O Jéca e a Égua Milagrosa, transformou-o em seu “Clown” (apresentador de seus shows), entre 1.976 á 1.981 foram 901 Shows, do Primeiro Show em Ourinhos – SP – 1.976 ao ultimo show em Leme-SP -1.981, e ai o Mazza se foi, 13 de Junho de 1.981.
Mais na lembrança ficou muitas marcas profundas, de saudade e gratidão, de lembranças, das filmagens, das viagens, dos shows, Ourinhos-SP, (O PRIMEIRO SHOW COM O MAZZAROPI), Londrina-PR, Governador Valadares-MG, Guaratinguetá-SP e tantos outros, do Circo do Palhaço Vitrolinha e do Jeferson, do Circo do Chu-Chu – pai do meu amigo Luiz Ricardo, do Circo do Bira Loco, do Gigantesco Circo Romano do Rolando Garcia, e do que mais faz falta, a conversa de baixo do pé de Eucalipto no Estúdio novo; onde é hoje o Hotel Fazenda Mazzaropi.
Da Gratidão, dos conselhos e das severas repreensões e do nome MAZZAROPI.
Mazzaropi não teve filhos naturais, mais ao longo de sua vida acabou por criar 05 (cinco) pessoas as quais tratava como filhos, eu fui um deles.
Após dois anos sem o Mazzaropi, decidi me arriscar, a relembrar no palco o Mazzaropi, e no dia 10 de Setembro de 1.983, num bar da cidade de Leme-SP, fiz pela primeira vez, eu vestido de Jéca, chapéu de palha, camisa xadrez, calça caqui e botina, o ‘Filho do Jéca “ André Luiz Mazzaropi“.
Adaptei o texto original de Mazzaropi e passei a contá-lo, meio que sem graça, mais, o respeito que todos tinham pelo Mazzaropi, os fizeram compreender que ali não estava um novo Mazzaropi e sim seu filho, ‘O Filho do Jeca “d’aquele dia em adiante me tornei”.
André Luiz Mazzaropi – ‘O Filho do Jéca ““.
Em 2011 reativou a produtora PAM FILMES direitos adquiridos do sucessores de Mazzaropi, objetivando voltar a produzir Cinema; Radio e Televisão, atravéz de novas parcerias.
André Luiz Mazzaropi
www.andreluizmazzaropi.com.br
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