Aproveite a vantagem dos contatos que puder fazer por meio de amigos e da família, mas, ao mesmo tempo, não os negligencie. É surpreendente quantos jovens deixam de reconhecer as imensas oportunidades de uma rede de contatos que está diante deles. Obviamente, não sou a única empresária com menos de trinta anos com contatos de pessoas influentes. Assisti a meus amigos se movimentando no meio empresarial por conta própria, e muito poucos fizeram um esforço nessa área. Diversos filhos privilegiados, cercados de oportunidades, tratam a rede de amigos influentes e de contatos dos pais como uma herança, mas isso dificilmente acontece. Com certeza, vários incorporadores e conhecidos atendem meus telefonemas ou respondem a um bilhete apenas por respeito à minha família, mas é só. Quero criar relacionamentos que sejam construídos sobre algo além da obrigação. E tomo o cuidado para nunca me aproximar de nenhuma dessas pessoas influentes por causa da minha posição. Se há alguma posição a ser considerada em nossa correspondência, é a delas – e elas têm o direito de me ignorar. Por isso, ao ler um artigo elogioso sobre um incorporador com quem meu pai costumava trabalhar, escrevo um bilhete cumprimentando-o por isso. Ou se encontro, por acaso, um advogado que costumava trabalhar com meu avô, tento entabular uma conversa relevante e me certifico de mandar depois um bilhete manuscrito ou um e-mail. Desse modo, se alguma vez tiver de ligar para quaisquer dessas pessoas para pedir um conselho ou uma assistência, haverá uma ligação mais profunda do que meu sobrenome.
(do livro: “Mulheres inteligentes jogam para ganhar – não importa de onde você comece: supere todas as expectativas no trabalho e na vida.” – Ivanka Trump)
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